Eu publiquei um post aqui na semana passada que falava a respeito do fato de nós bibliotecários- não repare se eu às vezes já me comportar como um profissional formado- buscarmos cada vez mais especializações, atualizações, entre outros.Mas aí fica uma pergunta muitas vezes amarga: pra quê se especializar tanto se o mercado de trabalho não recompensa os tantos anos de estudos e investimentos feitos?

Pois é, a realidade é dura, acredito, não somente para nossa área de atuação, mas para qualquer profissonal com diploma nas mãos.Quantos são os que se frustam quando deparam com as portas praticamente lacradas no mercado de trabalho?

Em uma conversa com um amigo, discutíamos a necessidade que nós brasileiros temos em possuir e manter um emprego estável, até mesmo pelo conforto que esse nos proporciona no atual cenário de desemprego e instabilidade financeira, sendo que na maioria dos países desenvolvidos, o free lancer  ou profissional autônomo é uma figura presente há muito tempo no mercado de trabalho.É lógico que essa modalidade de atuação profissional é rodeada de desafios constantes e exige até mesmo, por que não dizer, espírito empreendedor.Mas diante da ingratidão do mercado de trabalho pode atuar como uma forma de compensar a formação acadêmica, uma vez que como free lancer o profissional atua de forma independente de contrato de trablaho, podendo assim oferecer seus serviços a várias organizações.

Para quem se especializou tanto ou até mesmo procura se especializar essa pode ser uma boa alternativa.Mas vale ressaltar, antes de qualquer má interpretação, que a graduação de ve ser vista pelo estudante como um forma de preparação para a vida e não pra o mercado, porque como bem sabemos, as empresas visam aciama de qualquer coisa a obtenção cada vez maior de lucros.

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