O site Olhar Digital traz uma reportagem muito interessante, veiculada pelo jornal americano The New York Times, acerca do ArtBabble e do TATE online: espécies de “youtubes” dos museus.
Pegando carona numa disciplina que faço atualmente ( museus, arquivos e bibliotecas digitais) seria oportuno comentar aqui o quanto a internet vem criando um nova roupagem para essas instituições.No caso acima, dos museus, através do ArtBabble os visitantes têm acesso desde “entrevistas com artistas a imagens de montagem de instalações e exposições, passando por perfis curtos dos curadores, especialistas e até mesmo guardas de museu”, infoma o Olhar Digital.
Criado pelo Museu de Arte de Indianápolis, o site começou a operar na primeira semana de abril e conta com a participação da Biblioteca Pública de Nova York, do Museu Smithsonian de Arte Americana, do Museu de Arte do Condado de Los Angeles e do Museu de Arte Moderna de San Francisco. Em longo prazo, a esperança do site é acrescentar mais instituições e se tornar “o destino básico para conteúdo de arte online”, disse Daniel Incandela, diretor de novas mídias do museu de Indianápolis, em entrevista.
Um dos pontos interessantes é o recurso de dar “notas” para os vídeos, que na opinião de Joshua Greenberg, diretor de estratégia digital da Biblioteca Pública de Nova York: “Isso se enquadra à premissa central da biblioteconomia: não basta colocar alguma coisa nas mãos de alguém; também é preciso contextualizar”.
Já o TATE online , que é do Reino Unido,atua em colaboração com a British Telecom, e oferece centenas de vídeos em seu site, que incluem visitas a estúdios de artistas como Jeff Koons e Gilbert & George a imagens de arquivo do pintor Francis Bacon.

Fonte: Olhar Digital

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