É engraçado, para não dizer preocupante, o quanto ouço e até mesmo leio de outros de profissionais falarem a respeito de uma “suposta” crise de identidade dos profissionais bibliotecários.Certos dias atrás, lendo um blog sobre Gestão do conhecimento, o autor do mesmo parabenizava os bibliotecários na ocasião do dia da profissão e argumentava sobre uma nova forma de trabalho destes.No argumento, o “biblion” (livro) estaria de fato sendo substituído por novas tecnologias e seria necessário a adaptação do bibliotecário e etc, ou seja, aquele “velho” discurso de sempre.
Até aí o que tem de novo? Nada! – posso responder.
Mas uma questão eu gostaria de levantar: será que os bibliotecários, já que muitos insistem em negar veementemente essa “mutação”, são os únicos a não perceber essa mudança, ou isso é simplesmente “intriga da oposição”, que insiste em palpitar em áreas de atuação de outrem?
Eu fico com a primeira alternativa.

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